Liga dos Campeões – 1.ª Jornada – Benfica – Beşiktaş

BenficaBenfica – Ederson Moraes, Nélson Semedo, Lisandro López, Victor Lindelöf, Alex Grimaldo, André Horta, Ljubomir Fejsa (89m – Guillermo Celis), Eduardo Salvio, Franco Cervi (70m – Andreas Samaris), Pizzi e Gonçalo Guedes

BeşiktaşBeşiktaş – Tolga Zengin, Andreas Beck, Marcelo, Duško Tošić, Adriano (63m – Cenk Tosun), Gökhan Inler, Atiba Hutchinson, Ricardo Quaresma, Oğuzhan Özyakup (45m – Anderson Talisca), Caner Erkin e Vincent Aboubakar (81m – Olcay Şahan)

1-0 – Franco Cervi – 12m
1-1 – Anderson Talisca – 90m

Cartões amarelos – Andreas Samaris (78m) e Eduardo Salvio (87m); Caner Erkin (87m) e Andreas Beck (88m)

Árbitro – Milorad Mažić (Sérvia)

Iniciando esta fase de grupos da Liga dos Campeões, recebendo, teoricamente, o concorrente menos difícil, o Benfica acabaria por vir a ser penalizado, já em período de descontos, deixando escapar uma vitória que tão importante poderia vir a revelar-se nas contas finais.

Privada de uma série de elementos fulcrais, quer na defesa, mas, sobretudo, na dianteira (nomeadamente com as forçadas ausências de Jardel, Rafa, Jiménez, Mitroglou e Jonas), a equipa portuguesa teve de recorrer a Franco Cervi e Gonçalo Guedes como homens mais adiantados no terreno.

Não obstante, a boa exibição de Fejsa e André Horta, a pautar o jogo a meio-campo, proporcionaram ao Benfica um absoluto controlo das operações, com sucessivas recuperações de bola a originar investidas para o ataque, rapidamente premiadas com o golo, obtido logo aos 12 minutos, por Cervi, muito oportuno, a antecipar-se à defesa, na recarga a uma defesa incompleta de Zengin a um primeiro remate de Salvio, bem desmarcado por André Horta.

Esta vantagem alcançada ainda numa fase inicial do encontro tranquilizou e motivou os jogadores benfiquistas, que beneficiariam então da possibilidade de procurar explorar rápidos lances de contra-ataque, em situações de superioridade numérica que, caso tivessem sido mais bem aproveitadas, poderiam ter possibilitado o ampliar da vantagem… e o consolidar do triunfo.

Para a segunda parte, a equipa turca fez entrar em campo o emprestado Anderson Talisca, a par de alterações tácticas de posicionamento, com Quaresma mais activo. Subindo gradualmente de rendimento, o Beşiktaş começaria a ameaçar, forçando Ederson Moraes a excelentes intervenções, a negar o tento do empate.

Ao invés, o sinal dado pelo Benfica era, nesta fase final, o de procurar a contenção, com a entrada de Andreas Samaris para reforço do meio-campo defensivo. Ainda assim, poderia ter “matado” o jogo, caso Gonçalo Guedes tivesse materializado em golo uma soberana oportunidade de que dispôs, isolado face ao guardião contrário, mas permitindo-lhe uma defesa “in-extremis”, com os pés.

Já numa fase em que geria as substituições (Fejsa saíra aos 89 minutos, por troca com Celis, e José Gomes preparava-se para entrar, em cima do minuto 90) – a culminar uma prestação algo desequilibrada do Benfica, entre as duas partes do jogo -, uma falta cometida próxima da área daria o melhor pretexto para Talisca se “vingar”, não perdoando, rematando sem apelo, na cobrança do livre, convertendo-o em golo, que retirava os tais dois pontos de uma vitória que parecia adquirida…

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